Tintas para artesanato

Acripuff

Também da marca Acrilex, esta tinta é para expansão a calor, própria para pintar tecidos. Não tóxica. Solúvel em água e resistente a lavagens. Após a secagem natural da tinta por, no mínimo, 24 horas, a Acripuff deve ser expandida com secador de cabelo potente (pelo lado direito do tecido) ou passada a ferro (pelo avesso), na temperatura indicada para o tipo de tecido utilizado. A tinta irá expandir-se, ficando com acabamento emborrachado. Aconselho a usa-la para pequenas áreas, como letras, detalhes específicos, etc.Apresentada em duas versões: cores e base incolor. Acripuff Base Incolor deve ser misturada com qualquer cor da Tinta para Tecido Acrilex (fosca) e aplicada com pincel.

Baby Colors


Tintas para Tecido da Acrilex em cores especiais para pintar roupas infantis e muito mais.São tintas com cheirinho de bebê.

Tintas para tecido


AcrilexTintas à base de resina acrílica, não tóxicas e solúveis em água. Prontas para uso. São resistentes a lavagens e todas as cores são miscíveis entre si. Sua aplicação pode ser feita a pincel ou esponja e têm fixação a frio. São tintas desenvolvidas para tecidos de fibras naturais de algodão, não devendo ser utilizadas sobre tecidos sintéticos ou engomados

Tinta Relevo Dimensional


É uma tinta de excepcional versatilidade, excelente aderência e muito fácil de usar. Pode ser aplicada diretamente com o bico ou a pincel sobre tecidos de algodão (não sintéticos) e sem goma, madeira, isopor, cerâmica, cortiça, gesso e papel, personalizando objetos e tornando-os únicos e especiais.

Acrilpen

Acrilpen é uma caneta da marca Acrilex, com tinta para tecido. Possui a ponta de poliéster e, após o uso, deve ser mantida tampada, para evitar que seque. Lavar o tecido somente 72 horas após a pintura. Não é tóxica.Com esta caneta Acrilpen, você pode marcar roupas, contornos, detalhes e pinturas sobre tecidos, além de poder assinar seus trabalhos de artesanato em geral. A caneta Acrilpen tem excelente fixação a frio e grande resistência a lavagens quando aplicada sobre tecidos de algodão sem goma. Não utilize em tecidos sintéticos.

Aquarela Silk


Tinta à base de resina acrílica, não tóxica, solúvel em água e com fixação a frio. Pronta para o uso. Resistente a lavagens. Indicada para tecidos finos e claros de fibras naturais (algodão e seda). Em tecidos sintéticos, recomendamos teste prévio. Quando misturada ao Espessante Acrilex (Ref. 17810), deverá ter a sua fixação a ferro, pelo avesso, por aproximadamente 5 minutos na temperatura indicada ao tecido.

Espessante


Gel que proporciona maior consistência às tintas Aquarela Silk e Silk Color Acrilex, sem permitir que elas se espalhem. Pronto para uso. Aplicação em seda natural ou tecidos finos. Misturar o espessante com a tinta para seda na quantidade necessária para que se consiga uma solução homogênea e na consistência adequada. Fixação a ferro, com o tecido pelo avesso, por aproximadamente 5 minutos na temperatura indicada

Guta Incolor


Utilizada para delimitar áreas do desenho para posterior pintura com a Tinta Aquarela Silk Acrilex ou Silk Color Acrilex. Indicada somente para tecidos finos. A Guta Incolor Acrilex contém um tonalizante para facilitar sua visualização. Depois da lavagem, a Guta Incolor sairá totalmente, deixando o contorno na cor natural do tecido. Aplique-a diretamente com o bico do frasco, mantendo a bisnaga na posição vertical, fazendo um traçado contínuo e sem interrupções. Aguarde a secagem da Guta por 24 horas antes de iniciar a pintura.

Guta Colorida


Utilizada para delimitar áreas do desenho para posterior pintura com a Tinta Aquarela Silk ou Silk Color e também para fazer tracejados e contornos. Pode ser aplicada sobre tecidos mais encorpados, inclusive algodão, já pintados ou coloridos, para fazer contornos e grafismos. Aplique-a diretamente com o bico do frasco, mantendo a bisnaga na posição vertical, fazendo um traçado contínuo e sem interrupções. Aguarde a secagem da Guta por 24 horas. Faça a fixação passando a ferro quente pelo avesso por aproximadamente 5 minutos, com um pano limpo e fino por cima. Não sai após a lavagem.

Silk Color


Indicada para tecidos finos e claros de fibras naturais (algodão e seda). Em tecidos de fibras mistas ou sintéticas (crepe, mousseline, voil etc), recomendamos teste prévio. Tinta à base de resina acrílica, não tóxica, solúvel em água e com fixação a ferro. Pronta para o uso. Resistente a lavagens, são 29 cores miscíveis entre si, possibilitando efeitos suaves e transparentes se misturadas com a Silk Color Incolor. Após a pintura, com a tinta já seca, passe o tecido a ferro, pelo avesso, por aproximadamente 5 minutos, na temperatura indicada. A Silk Color não tira o toque natural do tecido, mantendo sua maciez e flexibilidade.


Tipografia depende de atenção e percepção.

Tipografia (originada do grego typos - "forma" - e graphein - "escrita") é o processo de composição de textos, a partir da escolha de determinadas fontes tipográficas, por suas características formais, pelo seu desenho. Um dos objetivos da tipografia é dar ordem estrutural à comunicação impressa, mas há também a comunicação não-verbal, não-textual, que se dá através das características formais das fontes (Com serifas (extensões nas extremidades do desenho das letras, originárias de sua gravação em pedra e metal) - as romanas humanistas, as romanas transicionais e as romanas geométricas. As sem serifas - as geométricas e as humanistas. As script, ou manuscritas, que tentam imitar a caligrafia humana. As fantasia, que misturam forma com formais ilustrativas.

Tipografia também é nome de um processo de impressão, "criado" por Johannes Gutenberg, em Mainz, na Alemanha, em 1447 e hoje quase extinto, que usa os tipos móveis, onde cada letra, número e sinal é uma peça com o desenho da letra em alto relevo, moldada em uma liga de chumbo, estanho e antimônio.

Como escolher?

O processo de leitura não é linear. Os olhos percorrem a linha, identificando trechos das palavras, pulando trechos, retornando. O movimento dos olhos é descontínuo. O cérebro é quem organiza a leitura. Nesse processo sutil, a forma, o desenho das letras, interfere no reconhecimento da informação, ao longo do tempo de leitura. A aparência total da página também influi no processo de leitura, onde desenhos mais leves ou mais pesados podem manter a atenção do leitor ou dispersá-lo. Tamanho (corpo) da fonte e espaço entre letras e entre linhas também influem na velocidade da leitura e nos níveis de cansaço visual.

Dois aspectos são fundamentais na escolha do tipo a ser usado na publicação.
-A legibilidade decorre do tempo de identificação dos caracteres individualmente. Essa identificação está ligada a forma e a familiaridade que tenhamos com determinado tipo. Melhor identificamos aquilo que mais conhecemos.
-A leiturabilidade decorre das características do conjunto, da leitura das sílabas (não lemos letras individualmente, mas seu agrupamento), da forma como os tipos se aproximam, se afastam, se encaixam.

Existem dezenas de excelentes fontes com serifa e sem serifa, conjuntos completos de caracteres (inclusive os acentuados), números, símbolos e ornamentos, bem como tabelas internas de espaçamento entreletras (kernig). Algumas delas são desenhos existentes a mais de 500 anos. Algumas mais recentes, com menos de 50 anos. Muitas se diferenciam por pequenos detalhes de sua "anatomia" (sim, fontes tem "anatomia"!!!), que podem parecer insignificantes na hora de escolher. Provavelmente serão mesmo e a opção será feita por gosto, por vontade de usar uma determinada família de tipos. Essa não é uma questão tão fundamental. O que importa é adequar a escolha ao tipo de texto, sua função, seu significado e o tipo de publicação e ao publico a quem se dirije.

Uma das características da composição tipográfica é o corpo (tamanho) da fonte. Usualmente, fontes com serifa são usadas em corpos entre 10 e 12 pontos. Em fontes sem serifa, corpos entre 9 e 11 pontos. O ponto gráfico é a menor medida em artes gráficas e corresponde a aproximadamente 0,351 mm (uma polegada dividida por 72). O desenho da famíla escolhida, pode, em um mesmo corpo parecer maior ou menor, dependendo do tamanho do "olho" (o miolo do desenho da letra) em relação ao tamanho das serifas, quando as há, e ao tamanho das hastes e traves, as linhas verticais e horizontais do desenho da fonte. Outra característica a ser observada é o espaço entre as linhas. Automaticamente o computador atribui, a entrelinha, 20% a mais do que o corpo da fonte. Por exemplo, em corpo 12, entrelinha 14,4. Esse tamanho pode ser aumentado ou diminuído dependendo do altura da mancha (chama-se "mancha gráfica" a área impressa da página) e da "leveza" que se queira atribuir à página, pois ao abrir a entrelinha teremos páginas menos escuras, de tom "cinza" mais leve. Novamente o tipo de publicação e público determinam nossas escolhas. Mas, para tudo, há limites. Não se deve abrir ou apertar demais a entrelinha, assim como os espaços entre letras, para não tornar a leitura difícil, seja pela proximidade excessiva, seja por afastamento. O mesmo ocorre em linhas com mais de 72 caracteres e espaços e linhas com menos de 22 caracteres e espaços (normalmente páinas com mais de uam coluna). Depois de algum tempo, começa-se a "perder" a continuidade da leitura entre o final de uma linha e o início de outra, por cansaço visual.







O papel

Até a Idade Média, a escrita cotidiana usava materiais flexíveis, como o papiro (Egito), tecidos ou couro de animais (de bezerros, chamados de pergaminho por ter origem na cidade de Pérgamo - na Itália e na época, corte de um dos estados helênicos decorrentes do desmembramento do império Romano pós Alexandre Magno). Depois de secos, raspados e branqueados eram dobrados em quatro partes e recortados, os quaternos ou caternos, origem do nome da "juntada" de folhas que usamos ainda hoje, o caderno. Em artes gráficas caderno se refere ao conjunto de 4 páginas. Um "caderno" é sempre um conjunto múltiplo de 4. A origem do papel feito da polpa de árvore, ervas, trapos de tecido, redes de pescar e cal (para ajudar a desfibrar a pasta de celulose) e seco sob um fina forma de madeira recoberta de seda, foi a China. Atribui-se ao conselheiro T'sai Lun, da corte do imperador Chien-ch'u, em 105 d.C. a invenção, que deveria permanecer secreta, mas que foi levada por monges budistas para o Japão e Coréia. Outras fontes atribuem a invenção ao general Mong Tien, em 210 a.C.. No século VIII, prisioneiros chineses capturados pelos árabes na batalha de Samarkand (região central do Uzbequistão, na época parte da China), ensinaram-lhes a fabricação do papel, que através do domínio do sul da Europa pelos mouros, chegou a península ibérica, no sul da Espanha, em cidades como Toledo e Valência. No século X (1102) durante a ocupação árabe da Sicília, a Itália passou a produzir papel. Em 1298, Marco Polo, de regresso da China, reportava ter assistido a impressão de papel-moeda nas gráficas do imperador. O papel nesse período ainda era considerado frágil, rude e feio. Até o século XV o pergaminho era predominante. No século XV, na cidade de Fabriano (Itália), fabrica-se então um dos melhores papéis existentes, de mesmo nome, e fabricado até hoje. Na Alemanha, desde 27 fevereiro de 1584, fabrica-se um papel de alta qualidade, fabricante que a partir de 1886 passa a ter o nome de Hahnemühle. Hoje os melhores papéis artísticos e para impressão de fotografia digital com qualidade museográfica são fabricados por essa indústria. Na cidade de Capellades, na Catalunha, Espanha, uma das principais atrações turísticas é um moinho movido à roda d¿água, onde se fabrica papel como no século XVIII. A primeira fábrica legal de papel no Brasil data de 1809/1810, no Rio de Janeiro, no bairro do Andaraí, de propriedade de Henrique Nunes Cardoso e Joaquim José da Silva. O Brasil é, hoje, o maior produto de "celulose verde" do mundo e o maior exportador da matéria-prima do papel. Em compensação não produz papel em quantidade suficiente para o consumo interno, tendo de importá-lo. O papel importado para imprensa não paga impostos.

Papel se especifica pelo peso. A gramatura corresponde ao peso da folha por metro quadrado, que decorre da quantidade de celulose, gesso, aglutinantes etc. e independe da espessura da folha. Essa decorre da prensagem e calandragem do papel. Calandras são grandes cilindros de metal cromado e aquecido por onde o papel passa durante a fabricação e isso vai determinar sua lisura e porosidade. O papel, normalmente é fabricado em bobinas e pode ser vendido nesse formato ou em folhas em tamanhos específicos (AA, BB, Série A - ou DIN ou ISO - etc.). Por ser formado por fibras de celulose, normalmente em uma direção, que é a do lado maior, o papel rasga com mais facilidade nesse sentido do que contra a fibra. O papel usado em revistas (LWC - low wasted coated, papel com boa cobertura, levemente brilhante e de baixo peso) tem fibras em todas as direções da folha, o que o torna mais resistente e permite que seja fabricado com menos polpa, portanto mais fino. O papel Kraft também tem fibras em múltiplas direções, mas por não ser branqueado, não tem uso comum em publicações. As gramaturas mais comuns estão entre 75 g/m2, 90 g/m2 e 120g/m2. Quanto maior a gramatura, menos transparente será o papel. Quando se trata de um livro de muitas páginas, um dicionário, por exemplo, pode-se usar um papel mais fino, mas de boa resistência, o papel bíblia, que tem aproximadamente 50 g/m2 e, como já diz o nome, surgiu para impressão da Bíblia. Os papéis mais "nobres" tem mais gesso e gomas na sua composição sendo menos permeáveis à tinta de impressão. Nesse caso estão os couchê ou cuchê. Podem ser brilho ou matte (fosco). Há o film coat, que tem uma película superficial que produz acabamento brilhoso, mas de custo menor que o cuchê. Os papéis brancos comuns são o off-setM, alta alvura, bufon e apergaminhado, nomenclaturas para tipos de papel muito semelhantes. Há ainda os da linha Pólen (soft e bold), da Cia. Suzano e o Chamois (fine e bulk), da Ripasa. São papéis de tons areia e acabamento do muito liso ao muito áspero. São também chamados off-withe. Supõe-se que sejam melhores para leitura, pois não refletem tanto a luminosidade quanto os papéis brancos.

Há ainda o principal papel usado pela indústria de embalagens, o cartão duplex e o cartão triplex (com acabamento branco liso apenas de um dos lados) e para capas de livros, o cartão branco (com acabamento branco liso de um dos lados e branco áspero do outro), em gramaturas que vão do 180g/m2 ao 600 g/m2. Há o Duo Design, da Cia. Suzano, que permite boa impressão em ambos os lados lisos, ou seja frente-e-verso. Há também o Reciclato, marca da Suzano para um papel reciclado, que tem fibras visíveis, de tom escuro em um papel de cor marrom bem claro. A Filiperson (www.filiperson.com.br) também fabrica papéis reciclados, com variados nomes fantasia, texturas e colorações diversas. Há outros fabricantes de papéis e também importadores que tem, além das linhas convencionais, papéis especiais que podem acrescentar diferencial ao produto gráfico. Existem também os papéis vergé, Ingres e papéis com texturas superficiais diversas, em gramaturas variadas. Para conhecer melhor os diversos tipos de papel, solicite mostruários aos fabricantes e revendedores.








Riscos p pintar anjos

Anjinhos para a base de toda a criatividade em pintura!!!






Diagramas



Estas são 3 possibilidades de se pensar o posicionamento dos vários elementos que compõe uma página.

O centro ótico, o lugar que o olho procura, em primeiro lugar,


Os terços, como forma de posicionar aquilo que se quer destacar, especialmente em fotografia,


A diagonal de leitura, que, claro, funciona para os povos que lêem da esquerda (de quem lê) para a direita, de cima para baixo, O canto superior esquerdo e o inferior direito são as "áreas fortes". Os opostos são as chamadas "áreas fracas".


Essas estruturas funcionam tanto na vertical quanto na horizontal, a maioria das publicações é vertical ("retrato"), mas nas telas de cinema, vídeo e monitores, a orientação é a chamada "paisagem".





Como pintar tecido?

Vou lhes dar aqui pequenas dicas de como pintar em tecido, até porque sou auto-didata. Há cerca de 26 anos atrás aprendi pintar sozinha e com a ajuda da minha amada e falecida avó. Espero que com esses pequeninos conselhos, vcs possam iniciar essa arte, que eu tanto amo que é a pintura em tecido.

1. Aconselho que vc compre para iniciar a sua pintura em tecido, tecidos não muito grande, um que eu acho bom para iniciar e muito legal de pintar, são os panos de prato branco, feitos de ‘sacaria’. Se não houver esse tipo de tecido onde vc mora, utilize algum de puro algodão.

2. A seguir escolha um risco (motivo) fácil, dê preferência a figuras básicas, como um ursinho, ou frutas; mas que não tenham detalhes pequeninos como olhos, boquinha. Tem de ser riscos de tamanho médio ou grande e que não tenham de ser muito trabalhado. Há muitas opções, você pode pintar corações, objetos de cozinha, aqui no meu blog vc encontrará muitos desses riscos fáceis. Há tb a opção dos moldes vazados ou estencil.

3.Compre tintas de boa qualidade, eu pessoalmente só uso a Acrilex.

4.Compre pincéis de qualidade, e se possível dois de cada numeração que vc for utilizar.

5.Lave o tecido de algodão para retirar toda a goma. Após lavado, passe direitinho, e deixe-o lisinho.

6. Desenhe o motivo no tecido, utilizando o papel carbono para tecido, há varias cores, eu uso o vermelho, ou o caramelo. Caso vc não encontre esse papel carbono especifico para tecido, onde você mora, use aquele carbono que é utilizado nas impressoras que tem formulários contínuos, ou carbono comum mas tenha muito cuidado para nao sujar todo o tecido apoiando demais o peso de suas maos sobre o risco.


7. Coloque então o seu risco que pode estar desenhado em papel vegetal, folha de seda, ou até mesmo folha A4, sobre o papel carbono, e a seguir ponha em cima do tecido a ser pintado. Contorne com uma caneta ou um lapis o seu risco, verificando se ao faze-lo, o risco esta sendo passado correctamente para o tecido

8.Selecione as cores que irá utilizar. Vc deverá ter uma variedade de cores razoável, para compor o seu trabalho. No mínimo uma gama de cerca de 12 cores para iniciar.

9.Tenha no mínimo este material, no futuro adquira alguns tons de tinta diferentes. Se vc quiser economizar e não comprar tinta em tons suficientes p/ seu trabalho, vc correrá o risco de não ter um final idela, como vc esperava. Esse é o mesmo conselho que eu dei para quem quer iniciar a pintar telas.

10.Coloque as cores em pequenas quantidades, numa paleta ou até mesmo em um prato de louça branco. Deixe ao seu lado dois copos pequenos com agua limpa, para lavar os pincéis. Na primeira agua vc tira o excesso de tinta e na segunda agua vc enxagua. Não esqueça de ter também pedaços pequenos de pano de limpeza, para limpar qualquer tinta que vc deixe cair no chão, ou para enxugar os pincéis.

11.Comece sempre a pintar os objetos que estão em plano de fundo do desenho, se for frutas sobrepostas, ou flores, comece sempre pelo que esta ‘por baixo’(no fundo) do desenho.

12.Tenha muita calma para pintar, e não ponha muita tinta no pincel, pq ao passar sobre o tecido, vc poderá ‘encharca-lo’, deixando uma pintura grosseira e difícil de secar também..

13. Normalmente o contorno dos riscos é feito pela própria tinta e com o próprio pincel que vc utilizou para pintar o centro da figura, ou seja o desenho. Há algumas pessoas que utilizam a caneta para contorno da Acrilex, a Acrilpen que há em varias cores. Com o tempo vc vai se aperceber de como é que seu trabalho sai melhor, porque isso varia de pessoas para pessoa.

14.Nunca deixe nenhum dos pincéis de molho, não deixe nenhum vestígio da tinta usada naquele dia, limpe-os e guarde-os com muito cuidado, não limpe o pincel com solvente..

15.Nas bancas de revistas vc encontra mta revista destinada ao tema pintura em tecido, nelas você também encontrará boas dicas.

16. Com o tempo você poderá começar a pintar outros tipos de tecido, como seda por exemplo, e claro ir utilizando varias técnicas e outros tipos de tinta apropriada ao tecido que será usado no novo trabalho.

17. Uma dica, a tinta para tecido da Acrilex, é muito boa, e eu já utilizei para outros tipos de artesanato, como pintura em caixinhas de madeira, e até fiz alguns trabalhos em tela também.



Riscos p pintura _ bichinhos

Bichinhos para enfeitar suas idéias de pintura!!!

















Artesanato: colar em trapilho

Para quem adora as bolsas em trapilho, fica aqui uma sugestão , um colar feito em trapilho.
Nele pode-se também colocar contas grandes, bordar com missangas, ou até mesmo aplicar pequenas contas coloridas.
Há uma infinidade de modelos e idéias. É só usar a criatividade.



Publicações

Como calcular a quantidade de papel, por gramatura, por tipo e formato, para uma publicação ou por impresso?

Muita calma nessa hora, é menos uma questão de matemática e mais de raciocínio lógico.

Sabemos que papel para offset plano é vendido em folhas de 76cm x 112cm (AA), 66cm x 96cm (BB) e 84cm x 118,8cm (formato A ou A0 - que dobrado ao meio seguidamente teremos A1, A2, A3, A4, A5).

O papel nesses formatos é vendido em pacotes fechados e a quantidade de folhas varia em função da gramatura do papel.

Papéis de até 90g/m2 são vendidos em pacotes de 500 folhas
Papéis de até 150g/m2 são vendidos em pacotes de 250 folhas
Papéis com 180g/m2 são vendidos em pacotes de 125 folhas

Cada folha, em cada um dos formatos, terá peso diferente, calculado por sua área e gramatura.

Cada fomato terá um melhor aproveitamento em função das medidas do que for ser impresso. O ideal é não desperdiçar ou desperdiçar o mínimo de papel.

Devemos levar em conta não o formato final do impresso, mas detalhes como sangramento (3 mm, no mínimo, a mais em cada lado em que haja sangramento), marcas de corte, registro, densitômetro e barra de calibração de cores (por volta de 1 cm a mais no tamanho do impresso).

Impressões de publicações em cadernos (livros, revistas, jornais), são sempre múltiplo de 4. E são impressos, usualmente frente-e-verso, ou seja, nos dois lados da folha.

Sempre acrescente uma margem de perda (5% pelo menos) na quantidade final de papel.

A SPP-Nemo, distribuidor de papel também tem um mecanismo de cáculo editorial no seu site

http://www.spp-nemo.com.br/principal.cfm?tela=calculo


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Por exemplo, uma revista, no formato 19,7 cm x 27,4 cm.
Tiragem de 2.000 exemplares.
Capa em papel couchê, 180g/m2, envernizado em um dos lados.
Miolo com 48 páginas em papel filmcoat 90g/m2.
Qual o melhor formato de papel e quais as quantidades necessárias?
E qual o peso total de cada tipo de papel?


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Se a publicação fechada tem 19,7 cm x 27,4 cm, aberta terá 39,4 cm x 27,4 cm. Se montarmos 4 lado-a-lado, teremos 78,8 cm x 54,8 cm. Cabem perfeitamente no BB (96 cm x 66 cm). Já que se imprime na frente-e-verso, teremos 16 páginas por folha. Para uma revista de 48 páginas, usaremos, então, 3 folhas BB, por exemplar. É só multiplicar a tiragem por 3, então e acrescentar 5 a 10% de perda, ou seja, 6.000 folhas BB.
Já para as capas, cabem 4 capas por folha. Para 2.000 capas, dividimos o total por 4, ou seja, 500 folhas (mais o percentual de perda).

Capa - papel couché 180g/m2 - 550 folhas - 5 pacotes BB
Miolo - papel filmcoat 90g/m2 - 6.600 folhas - 14 pacotes BB

É mais raciocínio lógico do que matemática.




MOLDES: místico





















DECOUPAGE EM PRATOS DE VIDRO - TÉCNICA DO CRAQUELÊ

Material a ser utilizado:

1. Prato de Vidro
2. Guardanapo
3. Cola para Decoupage em Vidro
4. Pinceis de Cerdas Macias
5. Tinta Acrílica Marfim e Dourada
6. Produto para Craquelê de 1 passo
7. Tesoura pequena de ponta fininha

1 – Escolha do prato

Em lojas especializadas de artesanato você encontrará as mais diversas medidas e formas de pratos transparentes para realizar esta técnica, entretanto você poderá também utilizar pratos de vidro transparentes comprados em super mercados, caso queira fazer um aparelho de jantar.

2 – Escolha do guardanapo

Atenção na escolha do motivo do guardanapo para este trabalho, observe que deverá ser um guardanapo onde terá figuras de tamanho médio, e fáceis de cortar, ou seja sem muitos detalhes miudinhos, para que não dificulte seu trabalho na hora de cortar e para que também você não perca muito tempo nesta etapa.

3 – Recortando os guardanapos

Recorte as imagens escolhidas, e so depois então retire a película de trás do guardanapo, pois se você retirar antes e recortar depois, ele ficará muito fino e com facilidade irá se rasgar.

4 - Colagem do guardanapo no prato.

Lembrando sempre de retirar a película que há atras do guardanapo para iniciar então o processo de colagem. Caso você opte por fazer um aparelho de jantar lembra-se de alem de comprar os guardanapos que irá utilizar para o trabalho, compre também guardanapos a mais no caso de que você venha a quebrar alguma peça, tendo os guardanapos a mais, você poderá repor a peça, ou ate mesmo se quiser fazer novos trabalhos.
Lave bem o prato com água e sabão, seque-o com um pano limpo e macio. Limpe posteriormente o prato com álcool para retirar qualquer vestígio de digitais, ou impurezas que possam estar impregnadas no mesmo, para que não venham prejudicar o resultado final do seu trabalho.
Coloque o prato virados com o fundo voltado para cima, por baixo do prato ponha toalhas de papel absorvente de cozinha, para proteger.
Passe a cola para decoupage em vidro na parte de baixo do prato ( do lado de fora), vá colocando a figura recortada gradativamente no prato, caso vá aparecendo ruguinhas você pressiona delicadamente o guardanapo, que a ruguinha sai.
Após esta etapa, espere secar e passe uma camada de cola atras de todo o guardanapo.

Obs: Lembre-se que nenhuma decoupage fica totalmente sem ruga, algumas ruguinhas, não prejudicam o resultado final. Alias esta é uma característica da decoupage, nem sempre o guardanapo fica totalmente liso. Nao se preocupe com isso, pois com o tempo e a prática você fará melhor.

5 – Utilização das Tintas

Após verificar que a cola já está seca, passe então uma demão de tinta acrílica marfim, por trás de todo o prato, ou seja atras onde o guardanapo que foi colado. Deixe secar.
Lembre-se a tinta acrílica dourada será para a finalização do trabalho, agora você passará para o seguinte passo que é a aplicação do craquelê.
Observação importante, sempre a tinta em prato ou vidro que dará base ao guardanapo deverá ser clara, e a tinta a produzir o efeito do craquelê escura, dourada, prata, marron, etc.

6 – Aplicação do Craquelê

Você deverá utilizar o Craquelê de 1 passo, em lojas de artesanato, existe o de 2 passos, eu pessoalmente não gosto, por isso recomento o de um passo somente.
Com um pincel de cerdas macias, você deverá iniciar a aplicação do craquelê, da seguinte forma: Aplique com uma camada razoável de produto, e observe que o pincel so deverá ser passado em uma direção, ou seja, se você começar da esquerda para direita , todo o prato deverá ter o produto aplicado no mesmo sentido, e não deverá repassar o pincel em cima novamente. Explicando melhor, não podemos fazer como a tinta que pintamos, e por vezes repassamos o pincel em cima. Aplique somente uma camada do craquelê.
Após o termino da aplicação do craquelê utilize um secador de cabelos para agilizar a abertura dos ‘rachadinhos’ ( do efeito do craquelê). Você observará que ele irá gradativamente abrindo os veios onde depois estará o efeito do craquelê.

7 - Parte final

Apos, o tempo de secagem, eu costumo esperar 24 horas para que o produto seque bem e produza o efeito esperado, apos este tempo e verificando se a peça já está bem sequinha, passo então uma camada de tinta acrílica dourada por cima. É esta tinta dourada que dará o efeito craquelê visível , ou seja evidenciará os ‘rachadinhos’.
Deixe secar por pelo menos 24 horas, para higienizar o seu prato antes de utiliza-lo.

8 - Observações Importantes

- Não leve o prato ao microondas
- Não lave em lava louça
- Não lave em água quente
- Não utilize a esponja verde onde foi feita a decoupage.




Criatividade é ser possuído por uma força divina

A criatividade significa simplesmente que você está em estado de relaxamento total.
Não significa inação, mas sim relaxamento - porque, com o relaxamento, ocorre muita ação.
Mas isso não é obra sua - você é apenas um veículo.
Uma melodia começa a ecoar por seu intermédio - você não é o criador dela, ela vem do além.

Ela sempre vem do além. Quando você a cria, sua criação não vai além do ordinário, mundano. Quando ela vem por seu intermédio ela tem beleza sublime, traz em si algo de desconhecido.

Sempre foi assim: o poeta desaparece, a criatividade aparece. Nessa ocasião, ele é possuído. Sim, essa é a palavra, ele é possuído. Criatividade é ser possuído por Deus.

Simone de Beauvoir disse:
"A vida se ocupa com a própria perpetuação e a superação de si mesma; se tudo que ela faz é manter a si mesma, então viver é apenas não morrer."
E o homem que não é criativo está apenas não morrendo, só isso. Sua vida não tem profundidade. Sua vida ainda não é vida, mas apenas um prefácio; seu livro da vida ainda não começou a ser escrito. Ele nasceu, é verdade, mas ainda não está vivo.

Quando você se torna criativo, quando permite que a criatividade flua por intermédio de você - então a vida cria asas e desfere voos.

Na criatividade está a superação; de outro modo, nós podemos continuar, no máximo, a nos perpetuarmos tal como somos. Você cria uma criança - isso não é criatividade. Você morre e a criança fica para perpetuar a vida, mas perpetuar-se não basta, a menos que você comece a superar a si mesmo. E essa superação só ocorre quando algo do além entra em contato com você.

Esse é o ponto de transcendência - superação.
E, na superação, o milagre ocorre; você não existe, contudo, pela primeira vez, você existe.



Osho, em "Criatividade - Liberando Sua Força Interior"














ઇ‍ઉ Moneღ ॐ

MOLDES: flores


















ઇ‍ઉ Moneღ ॐ